
França · 0º Século
Em 2 de abril de 1643, um incêndio devastador afetou a igreja paroquial de Pressac. O fogo foi tão intenso que fundiu completamente um cálice no qual uma Hóstia consagrada havia sido colocada. Apenas o pé do cálice permaneceu, e uma bolha de estanho se formou nele, sob a qual a Hóstia foi encontrada completamente intacta.
A Hóstia, que deveria ter sido destruída pelas chamas que derreteram o cálice de metal, resistiu ao fogo e à fusão do metal ao seu redor. Acima do que restou do cálice, uma bolha de estanho se formou, e sob essa bolha protetora, a Hóstia permaneceu inteira e intocada. O vigário, Simon Sauvage, compareceu ao local do milagre e levou o cálice danificado ao altar-mor para todos verem. A Hóstia, ligeiramente avermelhada nas bordas, foi consumida na manhã seguinte durante o Ofício Divino da Sexta-feira Santa (3 de abril de 1643).
O Abade de Availles-Limouzine, François du Theil, registrou todo o testemunho e o entregou ao Bispo de Poitiers, Henri Louis Chastagnier de la Roche-Posay, que autorizou o culto do milagre com um ato solene. Hoje, existe um vitral feito em 1863 pelos irmãos Guérithault, alunos de Ingres, na igreja paroquial de Saint-Just em Pressac, que representa o milagre de 1643, preservando a memória deste evento extraordinário para as gerações futuras.
O intenso calor do fogo foi suficiente para derreter completamente e transformar o cálice de metal em 'gotas de estanho', mas a Hóstia consagrada permaneceu fisicamente intacta sob a bolha protetora de estanho que se formou. A Hóstia apresentou leves efeitos térmicos (levemente avermelhada nas bordas), mas não foi consumida ou destruída pelo calor que foi suficiente para fundir completamente o vaso de metal.
A documentação formal da Igreja não foi localizada para este evento. Isso significa que não podemos verificar seu status de reconhecimento eclesiástico. A ausência de documentação não confirma nem questiona a autenticidade do evento — simplesmente significa que o registro formal não foi encontrado.
O Abade de Availles-Limouzine, François du Theil, registrou todo o testemunho e o entregou ao Bispo de Poitiers, Henri Louis Chastagnier de la Roche-Posay, que autorizou o culto do milagre com um ato solene reconhecendo a manifestação extraordinária do poder de Deus. Contudo, nenhuma bula papal, decreto diocesano ou entrada nos Acta Apostolicae Sedis aparece nos registros universais oficiais da Igreja, e o evento permanece como uma questão de tradição local em vez de uma ocorrência sobrenatural reconhecida na documentação universal da Igreja.
Status de reconhecimento verificado de forma cruzada usando Magisterium AI, uma ferramenta de terceiros que pesquisa um corpus de documentos da Igreja Católica. Isto não constitui verificação oficial da Igreja.
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